Trainwreck Express e Liverpool

•18/12/2012 • 2 Comentários

Pra quem não conhece esses amps, vale a pena. Um dos meus amps dos sonhos é um Trainwreck Liverpool. Nesse vídeo, são demonstrados dois exemplares do Express, e um do Liverpool.

Se você der uma rápida pesquisada, verá que os Trainwrecks originais são tão caros quanto um Dumble; isso é, caros demais. Isso por serem altamente colecionáveis; feitos à mão por Ken Fischer, existem pouquíssimas unidades no mercado, e boa parte na mão de grandes estúdios ou rock stars. Há, claro, os sortudos mortais que compraram um direto com Ken antes do amp ficar famoso – e põe sorte nisso.

E aí, vale a fama?

Tom Bukovac – Nashville

•18/12/2012 • Deixe um comentário

Você nunca ouviu falar de Bukovac, certeza. Se você escuta country moderno (que sim, é breguinha, e pouco tem de country), certamente já ouviu suas guitarras de bom gosto, apesar das músicas pasteurizadas.
É um trabalho sujo, mas alguém tem de fazê-lo. Criar partes de guitarra interessantes em músicas desinteressantes é a função do guitarrista de estúdio nos EUA. Ao contrário do Brasil, a guitarra é valorizada mesmo nas canções mais comerciais, sempre recebendo destaque na mix. Em Nashville, além da responsabilidade que qualquer guitarrista teria, as sessões de base ainda são ao vivo, como antigamente, e os overdubs de solos e detalhes são feitos de maneira rápida. Então, além de criatividade para compôr partes, o guitarrista tem de ser rápido nesse processo, num modo de trabalho que se assemelha ao improviso. Logo, não é surpresa que esses guitarristas sejam bons improvisadores.
Bukovac, um dos mais requisitados músicos de estúdio da capital do Country, não é excessão.
Ele, que é o homem de confiança do grande produtor (e também exímio guitarrista) Dann Huff, e ficou conhecido por introduzir o som de humbukers e Marshalls (e Bogners, especialmente) no som normalmente dominado pela Fender, volta e meia posta vídeos casuais em seu pequeno estúdio. O que era pra ser um registro despretensioso acaba se tornando uma verdadeira aula de bom gosto, timming, timbre e interpretação.

Enjoy.

Overdose de solos do J. Mascis

•14/12/2012 • Deixe um comentário

Fazendo um barulho – Les Paul Tribute + Vox Ac15 C1

•12/12/2012 • Deixe um comentário

Aproveitei minha passagem por Valença, pro show do Zoe Trio e subsequente workshop que dei pra escola de música Pinheiro, e brinquei um pouco com essa guitarra fantástica do amigo Igor Almeida (cujo Ep de sua banda, Celeiro da Rocha, eu tive a honra de produzir, vale conferir).

P90+Vox+pedaizinhos= festa.

Enjoy.

Jeff Beck falando sobre sua (então) nova banda….

•10/12/2012 • Deixe um comentário

Bacana ler o Beck falando sobre novatos como Rod Stewart, sua nova banda, Jeff Beck Group, seu tempo junto a Page no Yardbirds…
Não sei a revista e ano ao certo – se alguém souber, deixe nos comentários.

Para ler, clique na imagem.
Enjoy.


J. Mascis: equipamento na Premier Guitar

•29/11/2012 • 2 Comentários

A Premier Guitar sempre manda bem nesses vídeos do “Rig Rundown”, e não é exceção esse sobre o equipamento do J. Mascis. Isto é, se você não cair no sono nos primeiros 3 minutos; sua empolgação ao dar a entrevista é comparável a alguém prestes a receber a extrema unção.

Ah, e um bônus: agora eu sei como se pronuncia o nome do cara, depois de anos falando errado.

Enjoy.

Que tal um pouco de guitarra… do Azerbaijão?

•27/11/2012 • 1 Comentário

É. Deve ser isso, mas é tão difícil encontrar informação sobre o cara em uma língua que eu entenda, que posso estar errando o país. Arrisco dizer que o nome do nosso herói é Remish; mas, vai saber…

Descobri por acaso navegando por aí. O mais interessante, pra mim, é o fato dele usar  uma guitarra normal (ou quase – é um modelo estranho de marca Russa), sem artefatos para atingir a sonoridade microtonal típica do Oriente, Oriente-Médio e Balcãs. O Azerbaijão  faz, em termos político-culturais,  fronteira entre a Europa e a Ásia, entre o Ocidente e o Oriente, entre o Mundo Cristão e o Muçulmano. Essa fusão  se manifesta na sonoridade microtonal na guitarra ocidental, associada a melodias cheias de ornamentos típicas do Oriente, mas com harmonias tonais classicamente ocidentais. E até fuzz. Sim, fuzz.

Como tenho pouquíssimo material escrito sobre ele, melhor escutar do que falar.

Enjoy.

 

 
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